Economista Miguel Kiguel, que acaba de lançar o livro “Las crisis económicas argentinas, historias de ajustes y desajustes” (As crises econômicas argentinas, histórias de ajustes e desajustes, em tradução livre): A desvalorização do real pressiona a indústria argentina que é a principal afetada já que os custos em dólares, especialmente os salariais, ficaram muito mais altos no Brasil. Isso afeta principalmente o setor automotivo e em menor medida outros setores industriais. Em tempos cambiários, um real mais fraco coloca muita pressão sobre o Banco Central argentino para acelerar o ritmo de depreciação do peso.